No jornal Zero Hora, de Porto Alegre (RS), edição dessa quinta-feira, 23 de abril, o colunista Tulio Milman apresenta um artigo muiro interessante sobre o uso de Inteligência Artificial (IA) e fazemos aqui uma análise rápida dess conteúdo destacando três pontos cruciais sobre a evolução da inteligência artificial e seu impacto em nosso cotidiano.

🔵 1. A Transição de Ferramenta para Extensão

O autor descreve como a IA deixou de ser um recurso externo de consulta para se tornar uma extensão da própria capacidade humana. Ele ressalta que a fronteira entre o usuário e a tecnologia está desaparecendo, pois as ferramentas não apenas executam ordens, mas aprendem e incorporam o estilo e os padrões de decisão de quem as utiliza.

🔵 2. A Valorização da Pergunta sobre a Execução

Com a automação e a capacidade da IA de replicar modos de fazer, o valor do trabalho migra da execução técnica para a capacidade de instrução. Segundo o artigo, a habilidade de saber o que pedir e como orientar a máquina (a “pergunta”) torna-se mais valiosa do que a tarefa em si, que já se tornou replicável.

🔵 3. A Busca pelo Essencialmente Humano

Milman aponta que o avanço tecnológico nos empurra para uma reflexão filosófica e prática: identificar o que não pode ser automatizado. O valor futuro estaria concentrado naquilo que é essencialmente humano, em um cenário onde a distinção entre o criador e a criação (feita à sua “imagem e semelhança”) torna-se cada vez mais difícil.

Texto e imagem gerados por IA

O Instituto Casa da Ponte é uma ONG que une tecnologia e humanização, construindo pontes entre gerações para promover inclusão digital, autonomia e fraternidade em Brasília e no Entorno.

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